FEV 4-18-25
MAR 4-11-18-25
AB 1-8-15-22-29
MAI 6-20-27
JUNHO - 3 - 10
1ª AVALIAÇÃO - 15-04
2ª AVALIAÇÃO - 03-06
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
ACESSO ÀS FONTES DE LEITURA
1. Constituições Federais do Brasil
AQUI 1824
AQUI 1891
AQUI 1934
AQUI 1937
AQUI 1946
AQUI 1967
AQUI 1969
AQUI 1988
2. Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - 9.394/96- AQUI
3. Organização Administrativa e Acadêmica: AQUI
4. BIBLIOGRAFIA
1. AGUIAR, Márcia Ângela. Gestão da Educação e a formação do profissional da educação no Brasil. In: Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2001. pp. 193 a 210.
1. AGUIAR, Márcia Ângela. Gestão da Educação e a formação do profissional da educação no Brasil. In: Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2001. pp. 193 a 210.
SUGESTÃO b) AQUI
2. BRASIL. Constituição: República Federativa do Brasil. Brasília, Senado Federal. Centro Gráfico, 1998.
3. BRASIL–MEC. Lei n. 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, 1996.
4. BRASIL-MEC. Lei n.º 9424/96 – Fundo de manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e de valorização do magistério.
BRASIL-MEC. Lei n.º 10.172/01 - Plano Nacional de Educação. MEC. Brasília, 2001.
BRASIL-MEC. Plano Decenal de Educação para Todos. Brasília, 1993.
CANÁRIO, Rui. Escola: Crise ou manutenção? Espaços de Educação: Tempos de formação.Textos da Conferência Internacional de Educação, tempos de formação. Fundação Calonstre Gulbenkian
LUCA, Tanea Regina de. A revista do Brasil: Um diagnóstico para a (n)ação. In: Etnia: Um desafio para a construção da nação. Arqueologia do preconceito. Estigma da mistiçagem. São Paulo: Fundação Editora UNESP.
SEVERINO, Antônio Joaquim. A nova LDB e a política de formação de professores: um passo à frente e dois atrás. In: Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2001. pp. 177 a 210.
LEITURAS COMPLEMENTARES
BRZEZINSKI, Iria. LDB interpretada: diversos olhares de intrecruzam. São Paulo: Editora Cortez, 1997.
________. Política e educação no Brasil: o papel do Congresso Nacional na legislação do ensino. São Paulo: Editora Cortez: 1987.
SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao novo plano de educação: Por uma outra política educacional. Campinas: Editora Autores Associados, 1999.
Sites:
Tratados Internacionais, acesse
Aqui (MEC - USAID)
Mercosul Internacional:
Consulta a "Qualis - periódicos", revistas especializadas e leis complementares (PNA).
CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
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UNIVERSIDADE
ESTADUAL DE MARINGÁ
PRÓ-REITORIA
DE ENSINO
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CRITÉRIO
DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
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Curso:
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ARTES
CÊNICAS
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Departamento:
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TEORIA
E PRÁTICA DA EDUCAÇÃO
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Centro:
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CCH
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COMPONENTE
CURRICULAR
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Nome:
Políticas
Públicas e Gestão Educacional
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Código:
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Turma(s):
TODAS
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Ano
de Implantação: 2011
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Periodicidade:
SEMESTRAL
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Verificação da Aprendizagem
www.pen.uem.br>
Legislação > Normas da Graduação > Pesquisar por
Assunto:Avaliação
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Obs.: Apresentar
abaixo quantas avaliações serão exigidas e detalhar o processo de verificação
da aprendizagem (provas, avaliação contínua, seminários, trabalhos etc.),
para obtenção das notas periódicas e Avaliação Final.
Número mínimo de avaliações = 2
(duas)
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VERIFICAÇÃO DA APRENDIZAGEM
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Avaliação Periódica:
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1
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2
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Peso:
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1
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1
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NOTAS
PERIÓDICAS
1ª AVALIAÇÃO PERIÓDICA
*
A nota resultará de atividades como prova escrita e ou trabalhos: análise de
texto, produção de textos, relatos em forma de memória, trabalhos de campo,
investigação documental e bibliográfica e seminários realizadas no período,
valendo de zero a dez.
2ª AVALIAÇÃO PERIÓDICA
*
A nota resultará de atividades como prova escrita e ou trabalhos: análise de
texto, produção de textos, relatos em forma de memória, trabalhos de campo,
investigação documental e bibliográfica e seminários realizadas no período,
valendo de zero a dez.
Obs.: Caso o aluno
não tenha alcançado os objetivos em alguma atividade, o professor poderá
solicitar a re-elaboração da mesma.
AVALIAÇÃO FINAL
A
avaliação final constituirá de prova escrita e individual de todo o conteúdo
ministrado na disciplina, valendo de O (zero)
a 10 (dez).
Obs.:
Fica assegurada ao (a) professor
(a) da disciplina a possibilidade de
realizar atividades de avaliação diferenciadas para alunos com necessidades
educacionais especiais, levando em conta a especificidade de cada condição.
ARTES CÊNICAS - DISCIPLINA: POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO EDUCACIONAL
2013
DOCENTE: MARIA APARECIDA CECÍLIO
DOCENTE: MARIA APARECIDA CECÍLIO
UNIVERSIDADE
ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO
DE CIÊNCIAS HUMANAS, FÍSICA E ARTES
DEPARTAMENTO
DE TEORIA E PRÁTICA DA EDUCAÇÃO
PROGRAMA DE DISCIPLINA
Curso:
|
ARTES CÊNICAS
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Departamento:
|
TEORIA E PRÁTICA DA EDUCAÇÃO
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Centro:
|
CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
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COMPONENTE CURRICULAR
Nome: POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO
EDUCACIONAL
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Código:
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Carga Horária: 68 h/a
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Periodicidade: SEMESTRAL
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Ano de Implantação: 2011
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1. EMENTA
Políticas e Gestão Educacional com ênfase nos planos educacionais para os
sistemas escolares no Brasil Colônia, Império e República para o Curso de
Licenciatura em Artes Cênicas.
2.
OBJETIVOS
Subsidiar a formação
docente com conhecimentos teórico-práticos referentes às políticas públicas
educacionais, gestão e organização, articulados ao contexto sócio-político,
econômico e cultural.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Políticas Públicas e Educação: a educação nas constituições
brasileiras e sua organização legal nos aspectos político-administrativos
e pedagógicos.
1.1 Constituições Federais do Brasil
1.2 Leis de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional
1.3 Planos Nacionais de Educação e Legislações
Complementares
1.4 Estatuto da Criança e do
Adolescente
1.5 Diretrizes Curriculares para
Formação de Professores nas Licenciaturas, com ênfase nas especificidades do
curso de licenciatura em Artes Cênicas
- Tendências e Políticas
Educacionais da Educação Básica na Atualidade
2.1 Organização Administrativa e Acadêmica
2.2 Gestão Escolar
2.3 Projeto Pedagógico
- Formação profissional e mercado de trabalho
4. REFERÊNCIAS
4.1. Básicas (Disponibilizadas na Biblioteca ou
aquisições recomendadas)
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil.
São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1988.
______. Constituição (1824). Constituição
do Império do Brasil: promulgada em 25 de março de 1824. In: FÁVERO,
Osmar. A educação nas constituintes brasileiras (1823-1988). Campinas,SP:
Autores Associados, 2005, p.303.
______. Constituição (1891). Constituição
da República dos Estados Unidos do Brasil: promulgada em 24 de
fevereiro de 1891. In: FÁVERO, Osmar. A educação nas constituintes brasileiras
(1823-1988). Campinas,SP: Autores Associados, 2005, p.303-304.
______. Constituição (1934). Constituição
da República dos Estados Unidos do Brasil: promulgada em 16 de julho
de 1934. In: FÁVERO, Osmar. A educação nas constituintes brasileiras
(1823-1988). Campinas,SP: Autores Associados, 2005, p.304-307.
______. Constituição (1937). Constituição
dos Estados Unidos do Brasil: decretada em 10 de novembro de 1937.
In: FÁVERO, Osmar. A educação nas constituintes brasileiras (1823-1988).
Campinas,SP: Autores Associados, 2005, p.307-309.
______. Constituição (1946). Constituição
dos Estados Unidos do Brasil: promulgada em 18 de setembro de 1946.
In: FÁVERO, Osmar. A educação nas constituintes brasileiras (1823-1988).
Campinas,SP: Autores Associados, 2005, p.310-311.
______. Constituição (1967). Constituição
do Brasil: promulgada em 24 de janeiro de 1967. In: FÁVERO, Osmar. A
educação nas constituintes brasileiras (1823-1988). Campinas,SP: Autores
Associados, 2005, p.311-313.
______. Ministério da Educação. Lei nº 10.172/01. Plano Nacional de Educação. Brasília, DF, 2001.
______. Ministério
da Educação. Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional. Lei nº 4024/61,
Brasília, 1961.
______. Ministério
da Educação. Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional. Lei nº 5692/71, Brasília, 1971.
______. Ministério da
Educação. Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional. Lei nº
9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.
______. Emenda Constitucional nº 14, de 13 de
setembro de 1996. Lei que cria o FUNDEF (Fundo de Desenvolvimento do
Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério). Brasília: Senado Federal,
1996.
______. Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do
Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério - FUNDEF. Lei N° 9424/96 de 24 de dezembro de 1996
______. Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. Lei N° 11.494/2007
BRESSER PEREIRA, L. C. A
reforma do estado dos anos 90: lógica e mecanismos de controle. Cadernos
MARE da Reforma do Estado, Brasília, DF: Ministério da Administração
Federal e Reforma do Estado, 1997. p.8-17.
DELORS, Jacques (org.). Educação:
Um tesouro a descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão
Internacional sobre Educação para o século XXI. 2a Edição - São Paulo: Cortez,
1998.
WCEFA. Declaração
Mundial sobre Educação para Todos. Brasília, DF: UNICEF, abr. 1990. p.1-9.
4.2.
Complementares
DOURADO,
Luiz Fernando. A reforma do Estado e as políticas de formação de professores
nos anos 90. In: DOURADO, L. F.; PARO, V. P. (orgs.). Políticas públicas & educação básica. São Paulo: Xamã, 2001, p.
49-57.
LIBÂNEO,
José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação escolar: políticas, estrutura
e organização. São Paulo: Cortez, 2005.
PERONI,
Vera. Política Educacional e papel do
estado no Brasil dos anos 1990. São Paulo: Xamã, 2003.
SAVIANI,
Dermeval. Educação brasileira:
estrutura e sistema. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.
______.
Política
e educação no Brasil: o papel do
Congresso Nacional na legislação do ensino. Campinas, SP: Autores Associados,
2006
SHIROMA, Eneida Oto;
MORAES, M. C. M.; EVANGELISTA, O. Política Educacional.
2.ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002 (Coleção O Que Você Precisa
Saber).
TOMMASI,
Livia (et.alli.). O Banco Mundial e as
políticas educacionais. São Paulo: Cortez, 1998.
4.3. Sites
para consulta
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